De imediato!!! Exijo isso! Quero um computador novo para poder trabalhar. Chega a ser desesperante. Ter duas ou três janelas abertas e, mesmo assim, os processos funcionam em super câmara lenta... Em bloqueios constantes, este pedaço de metal atrasado, que ostenta o símbolo, de forma orgulhosa, do poderoso Pentium 4 até provoca espamos, rasgos de fúria, torna-nos impacientes, nervosos e stressantes...
A bem, até, da minha saúde, quero um PC novo! Mereço isso!!! Quero trabalhar melhor, por favor!!!
escrevo porque quero, escrevo porque me apetece, escrevo porque sim... e não tem de ser ao domingo de manhã!
31 julho 2007
Só quero pensar no rali
Amanhã é dia de levantar voo rumo à Madeira. É um local maravilhoso e blá, blá, blá que todos gostaríamos de visitar e, os que lá foram, sentem sempre vontade de regressar. Mas quando embarcar no voo Portugália, apesar do bilhete ser TAP, rumo ao Funchal só quero pensar no rali que começa depois de amanhã, quinta-feira, e termina no sábado. Ah, e noutras coisas boas, como os batidos de fruta magníficos que há num café no Funchal, nas espetadas em pau de louro, no bolo do caco e nas ponchas...

Foto: Aifa
Não quero ocupar os meus pensamentos com hipocrisias, políticas falaciosas, demagogas e pouco democráticas. Não quero sequer imaginar que há mulheres naquela ilha, conhecida como Pérola do Atlântico, que defendem, em pleno século XXI, que "a função das mulheres é a da procriação", como afirmou a deputada do PSD-Madeira, Rafaela Fernandes (leia-se no DN), ou que para umas coisas é bom, é positivo, fazer parte de Portugal, principalmente quando se trata de se exigir mmais meios (leia-se dinheiro, guito, carcanhol) mas que para outras coisas as leis da República já não podem ser aplicadas, como acontece com a recente lei do Aborto, porque, segundo algumas personagens, o referendo na Madeira terminou com 65% de votos no Não. Bem, se pensarmos assim, então no Alentejo já se devia poder fazer abortos desde 1998, porque nessa altura o Sim ganhou. Sejamos coerentes caros senhores!!!

É por estas e por outras que, durante os próximos dias vou ligar mais aos motores, ao cheiro da gasolina, ou até mesmo das espetadas grelhadas do que nos petardos que algumas personalidades se lembram de lançar de vez em quando...

Foto: Aifa
Não quero ocupar os meus pensamentos com hipocrisias, políticas falaciosas, demagogas e pouco democráticas. Não quero sequer imaginar que há mulheres naquela ilha, conhecida como Pérola do Atlântico, que defendem, em pleno século XXI, que "a função das mulheres é a da procriação", como afirmou a deputada do PSD-Madeira, Rafaela Fernandes (leia-se no DN), ou que para umas coisas é bom, é positivo, fazer parte de Portugal, principalmente quando se trata de se exigir mmais meios (leia-se dinheiro, guito, carcanhol) mas que para outras coisas as leis da República já não podem ser aplicadas, como acontece com a recente lei do Aborto, porque, segundo algumas personagens, o referendo na Madeira terminou com 65% de votos no Não. Bem, se pensarmos assim, então no Alentejo já se devia poder fazer abortos desde 1998, porque nessa altura o Sim ganhou. Sejamos coerentes caros senhores!!!

É por estas e por outras que, durante os próximos dias vou ligar mais aos motores, ao cheiro da gasolina, ou até mesmo das espetadas grelhadas do que nos petardos que algumas personalidades se lembram de lançar de vez em quando...
30 julho 2007
C'est fini! Acabou-se a boa vida...
Não há paciência! Ainda há pouco cheguei a Lisboa e já estou farto. Foram duas semanas de boa vida... Férias!!! Descanso, lazer, sol, bom tempo (principalmente nos últimos dias), muitos mergulhos, umas belas noites na esplanada, estar mais tempo com pessoas muito importantes na minha vida... enfim, qualidade de vida.
Mas, não resistindo ao chavão, tenho de admitir que tudo o que é bom acaba depressa! Ainda há pouco cheguei e já me cansei desta vida, do caos descontrolado (foi propositado, tenho de enfatizar a loucura que é viver na capital do país) da cidade de Lisboa. Ontem fiz a viagem de regresso ao trabalho de noite. Cheguei à margem sul ainda não eram duas da manhã mas tinha uma surpresa pela frente. Eram uns míseros dez quilómetros de fila para passar a ponte 25 de Abril. Resultado, já passava das três horas da manhã quando passei aquela estrada suspensa de entrada (ou saída, cada vez gosto mais desta opção) em Lisboa. Resultado, já os ponteiros do relógio caminhavam para as quatro horas... e hoje o despertador tocou às oito!!!
Mas, não resistindo ao chavão, tenho de admitir que tudo o que é bom acaba depressa! Ainda há pouco cheguei e já me cansei desta vida, do caos descontrolado (foi propositado, tenho de enfatizar a loucura que é viver na capital do país) da cidade de Lisboa. Ontem fiz a viagem de regresso ao trabalho de noite. Cheguei à margem sul ainda não eram duas da manhã mas tinha uma surpresa pela frente. Eram uns míseros dez quilómetros de fila para passar a ponte 25 de Abril. Resultado, já passava das três horas da manhã quando passei aquela estrada suspensa de entrada (ou saída, cada vez gosto mais desta opção) em Lisboa. Resultado, já os ponteiros do relógio caminhavam para as quatro horas... e hoje o despertador tocou às oito!!!
26 julho 2007
Ricas gaffes
No P2 de hoje, o suplemento diário do Público, há um artigo sobre gaffes famosas. Tudo porque há poucos dias o primeiro-ministro belga decidiu disparar umas notas da Marselhesa (o hino francês) quando lhe tinham pedido para cantar tão somente o hino belga. Simples, não?
Desde o famoso episódio em que Sousa Cintra, aquando do momento em que é entrevistado pela TSF acerca das transferências do Sporting manda, literalmente, uma garrafa de água pela janela do carro, mas esqueceu-se que esta estava fechada e partiu o vidro afirmando, em alto e bom som para os microfones da rádio "é preciso ser estúpido", até à tirada do antigo ministro do Ambiente de Cavaco Silva, Carlos Borrego, que em 1993 afirmou que em Évora levavam os cadáveres para reciclar para aproveitar o alumínio, ou o famoso "é fazer as contas", de Guterres, bem como os "concertos para violino" que Santana Lopes, então secretário de Estado da Cultura, tanto gostava... enfim, há para todos os gostos e não falta o tão aclamado especialista em gaffes, o presidente dos EUA, George W. Bush, que tratou Bento XVI por "sir" em vez de Sua Santidade (ah e tal, devem ser amigos de infância, bebem uns copos à sexta-feira à noite) e também se lembrou de garantir que os iranianos podem "proliferar" se tiverem acesso ao armamento nuclear.
Muito bem, sim senhor!!!
Desde o famoso episódio em que Sousa Cintra, aquando do momento em que é entrevistado pela TSF acerca das transferências do Sporting manda, literalmente, uma garrafa de água pela janela do carro, mas esqueceu-se que esta estava fechada e partiu o vidro afirmando, em alto e bom som para os microfones da rádio "é preciso ser estúpido", até à tirada do antigo ministro do Ambiente de Cavaco Silva, Carlos Borrego, que em 1993 afirmou que em Évora levavam os cadáveres para reciclar para aproveitar o alumínio, ou o famoso "é fazer as contas", de Guterres, bem como os "concertos para violino" que Santana Lopes, então secretário de Estado da Cultura, tanto gostava... enfim, há para todos os gostos e não falta o tão aclamado especialista em gaffes, o presidente dos EUA, George W. Bush, que tratou Bento XVI por "sir" em vez de Sua Santidade (ah e tal, devem ser amigos de infância, bebem uns copos à sexta-feira à noite) e também se lembrou de garantir que os iranianos podem "proliferar" se tiverem acesso ao armamento nuclear.
Muito bem, sim senhor!!!
22 julho 2007
Esplendorosos Arctic Monkeys
"Esplêndida", foi assim que Alex Turner classificou a audiência do segundo concerto da banda de Sheffield em Portugal. Num Coliseu a abarrotar, e com um público maioritariamente sub-18 (a determinado momento chegámos a parodiar que tínhamos entrado com desconto do cartão do idoso) os "macacos" quase deitaram abaixo tão magnífica sala de espectáculos da capital portuguesa.
17 julho 2007
Agora é só facturar
Parece que António Costa vai conseguir colocar as contas da Câmara de Lisboa na ordem num abrir e fechar de olhos, quase por magia! O mais absurdo é que o antigo ministro não fez absolutamente nada para que acontecesse. Isto é que é entrar na autarquia com o pé direito (bem, no caso do socialista será mais esquerdo, ou centro, porque pelo que se vê, estes socialistas também têm muito pouco de esquerda. Mas isto sou eu a divagar... afinal, quem sou eu para definir esquerda ou direita? Cada um é como é).
Então não é que foi exactamente no dia seguinte às eleições intercalares de Lisboa, sim aquelas que tiveram a menor adesão do povo desde o 25 de Abril, porque a malta quer é praia e umas jolas bem fresquinhas... Sexta à tarde também saí de Lisboa e era só vê-los a acelerar pela A2 fora a caminho do Algarve. E eles que acelerem tudo agora, porque quando regressarem é melhor terem cuidado com os pés pesados ou então têm de ganhar o hábito de contribuir para o equilíbrio das finanças locais. Pois, porque os famosos radares estão finalmente a funcionar... e desta vez é a valer!!! Ai não acreditam? Então lembrem-se que nas primeiras quatro horas a edilidade facturou com as multas que vão mandar para casa de mais de 900 infractores...
Como podem ver, a este ritmo, e com multas que podem chegar aos 2500 euros, a Câmara da capital está salva e agora a qualidade de vida vai melhorar substancialmente, com melhores transportes públicos, mais espaços verdes (bem, e lá estou eu a divagar, o mais provável é encaminharmos alguma dessa verba para pagar os prémios a mais alguns gestores do aparelho, que agora estão nas empresas municipais e por aí adiante).
E dito isto, vou mas é desligar o computador que está na hora de ir dormir. Até amanhã!!!
Então não é que foi exactamente no dia seguinte às eleições intercalares de Lisboa, sim aquelas que tiveram a menor adesão do povo desde o 25 de Abril, porque a malta quer é praia e umas jolas bem fresquinhas... Sexta à tarde também saí de Lisboa e era só vê-los a acelerar pela A2 fora a caminho do Algarve. E eles que acelerem tudo agora, porque quando regressarem é melhor terem cuidado com os pés pesados ou então têm de ganhar o hábito de contribuir para o equilíbrio das finanças locais. Pois, porque os famosos radares estão finalmente a funcionar... e desta vez é a valer!!! Ai não acreditam? Então lembrem-se que nas primeiras quatro horas a edilidade facturou com as multas que vão mandar para casa de mais de 900 infractores...
Como podem ver, a este ritmo, e com multas que podem chegar aos 2500 euros, a Câmara da capital está salva e agora a qualidade de vida vai melhorar substancialmente, com melhores transportes públicos, mais espaços verdes (bem, e lá estou eu a divagar, o mais provável é encaminharmos alguma dessa verba para pagar os prémios a mais alguns gestores do aparelho, que agora estão nas empresas municipais e por aí adiante).
E dito isto, vou mas é desligar o computador que está na hora de ir dormir. Até amanhã!!!
16 julho 2007
Boas notícias
Felizmente, parece que amanhã o calor está de regresso... Já não era sem tempo...
Os dias de férias com frio não deviam contar. É como comprar um produto estragado, isto é, se for no Verão, pois claro, porque se tirarmos as férias no Inverno, o objectivo é ter frio, não?
Os dias de férias com frio não deviam contar. É como comprar um produto estragado, isto é, se for no Verão, pois claro, porque se tirarmos as férias no Inverno, o objectivo é ter frio, não?
Será castigo???
Entrei de férias há três dias e nos últimos dois (contando com o dia de hoje) está frio... Será que fiz alguma coisa de mal e isto é castigo? Então o dito calor anunciado? Ficou-se pela semana passada? Ora que porra... Assim não vale!!!
Isto dá-me uma vontade de desbaratinar! Está tudo louco, frio na segunda quinzena de Julho? Então quando é que podemos dar uns mergulhos na piscina, na praia ou na barragem?
Quero o Verão, já!!!
Isto dá-me uma vontade de desbaratinar! Está tudo louco, frio na segunda quinzena de Julho? Então quando é que podemos dar uns mergulhos na piscina, na praia ou na barragem?
Quero o Verão, já!!!
14 julho 2007
Finalmente... AS FÉRIAS!!!
Já não era sem tempo... Uns dias para não fazer nenhum, levantar-me da cama, deitar-me no sofá, apanhar sol, mergulhar na piscina... Enfim, qualidade de vida.

Está na hora de aproveitar para pôr a leitura em dia, ver uns filmezitos que já ganhavam pó na estante e devorar a colecção completa de Flying Circus dos Monty Python!!!
Foram 19 dias seguidos a soar as estopinhas, sem direito a folgas ou dias de descanso! As últimas férias, ah que maravilha que foram, mas já me pareciam tão distantes. Foram o máximo, eu a Paixão em Barcelona, só os dois. Mas isso já foi no final de Abril, início de Maio!
Estava a dar em doido... Sentia-me de rastos com o cansaço! Sim, porque dar ao dedo no teclado do computador também cansa, não julguem!!! Partilho exactamente da mesma opinião da Paixão, acho que já sofria de SAF (querem saber o que é? Vão a Entre Céu e Mar), os dias, as horas, os minutos, os segundos eram intermináveis, os ponteiros do relógio não se moviam. E depois eram os stresses de determinadas pessoas que às vezes só nos dão vontade de os mandar para... enfim, tenhamos modos que este espaço é respeitável (e quem disse que deixa de ser se disser uma asneira ou outra? nahhh).
Só tenho pena de não poder estar mais tempo com a Paixão. Umas férias quando estamos juntos são sempre magníficas, não é meu amor? Mas em Setembro vamos tirar aqueles nossos dias.... :)
Hoje é o primeiro de 15 dias de descanso e tranquilidade, enfim, estar de papo para o ar!!! Ehehehehehe
Nota: Tenho uma fotografia para colocar neste post, mas não encontro a máquina fotográfica... Quando souber dela colocarei essa imagem elucidativa do que me espera nos próximos dias. :)

Está na hora de aproveitar para pôr a leitura em dia, ver uns filmezitos que já ganhavam pó na estante e devorar a colecção completa de Flying Circus dos Monty Python!!!
Foram 19 dias seguidos a soar as estopinhas, sem direito a folgas ou dias de descanso! As últimas férias, ah que maravilha que foram, mas já me pareciam tão distantes. Foram o máximo, eu a Paixão em Barcelona, só os dois. Mas isso já foi no final de Abril, início de Maio!
Estava a dar em doido... Sentia-me de rastos com o cansaço! Sim, porque dar ao dedo no teclado do computador também cansa, não julguem!!! Partilho exactamente da mesma opinião da Paixão, acho que já sofria de SAF (querem saber o que é? Vão a Entre Céu e Mar), os dias, as horas, os minutos, os segundos eram intermináveis, os ponteiros do relógio não se moviam. E depois eram os stresses de determinadas pessoas que às vezes só nos dão vontade de os mandar para... enfim, tenhamos modos que este espaço é respeitável (e quem disse que deixa de ser se disser uma asneira ou outra? nahhh).
Só tenho pena de não poder estar mais tempo com a Paixão. Umas férias quando estamos juntos são sempre magníficas, não é meu amor? Mas em Setembro vamos tirar aqueles nossos dias.... :)
Hoje é o primeiro de 15 dias de descanso e tranquilidade, enfim, estar de papo para o ar!!! Ehehehehehe
Nota: Tenho uma fotografia para colocar neste post, mas não encontro a máquina fotográfica... Quando souber dela colocarei essa imagem elucidativa do que me espera nos próximos dias. :)
10 julho 2007
Sabia tão bem uma cervejinha...
Tenho duas ou três cervejas no frigorífico. Estão bem frescas, mas não me apetece abrir nenhuma. Com este calor, o que me apetecia era ir à praça e pedir uma imperial para beber numa qualquer esplanada daquele átrio... à sombra de preferência. Agora que já se sente o "bafo" de Verão, as tardes tornam-se insuportáveis. É impossível andar na rua com o sol a derreter-nos. Só depois das seis é possível andar ao ar livre mas sempre com o sol escondido por uma árvore, um prédio ou um simples chapéu de sol.
Podia ter feito isso hoje quando saí do jornal. Nas imediações há uns cafés, alguns deles até são simpáticos. Mas não é a mesma coisa. Até a cerveja, seja Sagres ou Super Bock, não sabe tão bem. Chamem-me saudosista (até provinciano, o que quiserem, estou por tudo), mas na praça é que me sabia bem. É a minha vontade, pronto!
Mesmo que nos arredores do jornal a cerveja fosse a melhor do Mundo hoje nunca lá ficaria. Quero distância daquelas paredes... Hoje sinto-me farto, cansado, desiludido. Até podem ter razão (nunca em tudo, mas enfim), mas não têm o direito de fazer as coisas assim. Exige-se respeito! Ninguém é dono da verdade, ninguém é mais do que os outros! AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!! Sim, gritar, mandar à merda, ou para outro qualquer lugar menos simpático! Sim, estive por um fio de desatar à debitar palavrões! Mas não, felizmente ainda tenho algum auto-controlo e deixei passar. É o melhor, nem vale a pena. Há dias que tem de ser assim...
Podia ter feito isso hoje quando saí do jornal. Nas imediações há uns cafés, alguns deles até são simpáticos. Mas não é a mesma coisa. Até a cerveja, seja Sagres ou Super Bock, não sabe tão bem. Chamem-me saudosista (até provinciano, o que quiserem, estou por tudo), mas na praça é que me sabia bem. É a minha vontade, pronto!
Mesmo que nos arredores do jornal a cerveja fosse a melhor do Mundo hoje nunca lá ficaria. Quero distância daquelas paredes... Hoje sinto-me farto, cansado, desiludido. Até podem ter razão (nunca em tudo, mas enfim), mas não têm o direito de fazer as coisas assim. Exige-se respeito! Ninguém é dono da verdade, ninguém é mais do que os outros! AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!! Sim, gritar, mandar à merda, ou para outro qualquer lugar menos simpático! Sim, estive por um fio de desatar à debitar palavrões! Mas não, felizmente ainda tenho algum auto-controlo e deixei passar. É o melhor, nem vale a pena. Há dias que tem de ser assim...
09 julho 2007
04 julho 2007
Valeu a pena
40 euros de bilhete para ver um dia do 13º festival Super Bock Super Rock. Por portas e travessas ainda consegui ir e poupar os trocos. Afinal, o passe mágico para aquela dimensão que anualmente se estabelece no Parque Tejo (quase por baixo da Ponte Vasco da Gama) custou 25 euritos.
São seis e meia da tarde. Inacreditavelmente, foi muito fácil chegar até lá. Para quem vinha do outro lado da cidade, adivinha-se uma tarefa difícil. Mas pagando uns excessivos 0,80€ (apanhei a CREL, claro está) evitei a tortuosa 2ª circular e a não menos caótica àquela hora, conhecida como Av. Infante D. Henrique, junto ao rio.
Meia hora de espera, entre um sol estupidamente quente e as nuvens que por vezes o encobriam e arrefeciam os ânimos. Chegado o meu bilhete e bons amigos (sim, daqueles que estão quase sempre nestas coisas, ehehehe) ultrapassei a porta para a dimensão rock. Bandas nacionais não vi, infelizmente. A única coisa que ainda ouvi, mas fora do recinto, foi The Gift.
Um quarto para as sete da tarde. "WE are The Klaxons, from London", anuncia o vocalista desta banda britânica. A minha curiosidade leva-me a assistir a todo o concerto... sem defraudar as expectativas. Uma simbiose rock com alguns laivos, mesmo que fugazes (e talvez transmitidos pelo sotaque típico britânico), de pop britânico. Aprovados.
Hora de jantar. Pão com chouriço (2,5 euros) e a bela da bejeca. Sentadinhos até sabe melhor. E espaço foi coisa que não faltou. A facilidade em estacionar dava a entender que não ia haver enchente, como já não houve no ano passado, no dia de Franz Ferdinand. Ah, como eu gosto de festivais assim, sem muita gente, em que podemos andar à vontade. Parece que Metallica foi de bradar aos céus. Mas já se esperava, ou não? Como nunca fiz tensões de ir..
Magic Numbers nem aqueceram nem arrefeceram. Quatro alminhas guedelhudas em palco, dois homens e duas mulheres, faziam lembrar os tristes The Jelly Family, mas vindos de uma qualquer província interior dos Estados Unidos. Fora uma musiquinha ou outra, nada demais... Pobrezinho!
O primeiro momento da noite... Bloc Party confirmaram o meu interesse crescendo na música de mais uma banda que ficou conhecida por ter uma das suas canções como banda sonora de anúncios Vodafone. Em final de digressão, estes rapazes ingleses cheios de presença em palco (o vocalista transmite uma energia colossal através de uma conjugação postura/voz inigualável) despediram-se, por uns tempos, de concertos, sendo que Lisboa teve direito a recebê-los duas vezes praticamente no espaço de um mês. Fiquei adepto confesso. Agora falta ir à loja... (Nunca mais chega o fim do mês, ora bolas).
Já passava da meia-noite. Nos ecrãs um discurso de uma fedelha brasileira numa qualquer reunião envagélica (daquelas seitas maradas que os brasileiros têm para lá) dá o mote a um concerto num cenário de ingreja, com uma tela de veludo vermelho escuro, como as cortinas das igrejas, uma simulação de um orgão de tubos... só faltava a nossa senhora. Dez músicos em palco, cada um capaz de tocar mais de um instrumento e uma sonoridade portentosa, envolvente, colossal. São assim os Arcade Fire! Um grupo canadiano, de Montreal, que vive entre o bairro grego e português daquela cidade norte-americana (sim, a América do Norte também é o Canadá, não são só os EUA). Esta banda de rock eclesiástico (como eu gosto de lhes chamar) assombraram o rio Tejo e a cidade de Lisboa, com o líder e vocalista da banda, Win Butler a assumir contornos de pastor. Pela reacção constante do público, conseguiu passar a mensagem...
Adorei, a força da música, em que, por vezes, roçam sonoridades de lendas da música como Pink Floyd ou David Bowies. Como diz a malta lá do norte... Estes homens (sete homens e três mulheres, para ser exacto) são uns senhores, carago!!!
Fica aqui o alinhamento, gentilmente furtado ao "site" da Blitz (obrigado, hein):
Black Mirror
No Cars Go
Haiti
(Antichrist Television Blues)
Intervention
Headlights Look Like Diamonds
The Well & The Lighthouse
Ocean of Noise
Tunnels
Rebellion (Lies)
Power Out
Keep The Car Running
Wake Up
São seis e meia da tarde. Inacreditavelmente, foi muito fácil chegar até lá. Para quem vinha do outro lado da cidade, adivinha-se uma tarefa difícil. Mas pagando uns excessivos 0,80€ (apanhei a CREL, claro está) evitei a tortuosa 2ª circular e a não menos caótica àquela hora, conhecida como Av. Infante D. Henrique, junto ao rio.
Meia hora de espera, entre um sol estupidamente quente e as nuvens que por vezes o encobriam e arrefeciam os ânimos. Chegado o meu bilhete e bons amigos (sim, daqueles que estão quase sempre nestas coisas, ehehehe) ultrapassei a porta para a dimensão rock. Bandas nacionais não vi, infelizmente. A única coisa que ainda ouvi, mas fora do recinto, foi The Gift.
Um quarto para as sete da tarde. "WE are The Klaxons, from London", anuncia o vocalista desta banda britânica. A minha curiosidade leva-me a assistir a todo o concerto... sem defraudar as expectativas. Uma simbiose rock com alguns laivos, mesmo que fugazes (e talvez transmitidos pelo sotaque típico britânico), de pop britânico. Aprovados.
Hora de jantar. Pão com chouriço (2,5 euros) e a bela da bejeca. Sentadinhos até sabe melhor. E espaço foi coisa que não faltou. A facilidade em estacionar dava a entender que não ia haver enchente, como já não houve no ano passado, no dia de Franz Ferdinand. Ah, como eu gosto de festivais assim, sem muita gente, em que podemos andar à vontade. Parece que Metallica foi de bradar aos céus. Mas já se esperava, ou não? Como nunca fiz tensões de ir..
Magic Numbers nem aqueceram nem arrefeceram. Quatro alminhas guedelhudas em palco, dois homens e duas mulheres, faziam lembrar os tristes The Jelly Family, mas vindos de uma qualquer província interior dos Estados Unidos. Fora uma musiquinha ou outra, nada demais... Pobrezinho!
O primeiro momento da noite... Bloc Party confirmaram o meu interesse crescendo na música de mais uma banda que ficou conhecida por ter uma das suas canções como banda sonora de anúncios Vodafone. Em final de digressão, estes rapazes ingleses cheios de presença em palco (o vocalista transmite uma energia colossal através de uma conjugação postura/voz inigualável) despediram-se, por uns tempos, de concertos, sendo que Lisboa teve direito a recebê-los duas vezes praticamente no espaço de um mês. Fiquei adepto confesso. Agora falta ir à loja... (Nunca mais chega o fim do mês, ora bolas).
Já passava da meia-noite. Nos ecrãs um discurso de uma fedelha brasileira numa qualquer reunião envagélica (daquelas seitas maradas que os brasileiros têm para lá) dá o mote a um concerto num cenário de ingreja, com uma tela de veludo vermelho escuro, como as cortinas das igrejas, uma simulação de um orgão de tubos... só faltava a nossa senhora. Dez músicos em palco, cada um capaz de tocar mais de um instrumento e uma sonoridade portentosa, envolvente, colossal. São assim os Arcade Fire! Um grupo canadiano, de Montreal, que vive entre o bairro grego e português daquela cidade norte-americana (sim, a América do Norte também é o Canadá, não são só os EUA). Esta banda de rock eclesiástico (como eu gosto de lhes chamar) assombraram o rio Tejo e a cidade de Lisboa, com o líder e vocalista da banda, Win Butler a assumir contornos de pastor. Pela reacção constante do público, conseguiu passar a mensagem...
Adorei, a força da música, em que, por vezes, roçam sonoridades de lendas da música como Pink Floyd ou David Bowies. Como diz a malta lá do norte... Estes homens (sete homens e três mulheres, para ser exacto) são uns senhores, carago!!!
Fica aqui o alinhamento, gentilmente furtado ao "site" da Blitz (obrigado, hein):
Black Mirror
No Cars Go
Haiti
(Antichrist Television Blues)
Intervention
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The Well & The Lighthouse
Ocean of Noise
Tunnels
Rebellion (Lies)
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