estimada senhora,
li com muita atenção a notícia com as suas ideias para os países do sul da Europa. não gostava de a relembrar que é apenas líder da Alemanha. creio que não gostaria que Berlusconi ou Sócrates dissessem o que deve fazer no seu país. enfim, já estou por tudo.
parece que cá pela zona do Velho Continente em que faz mais sol durante o ano, gozamos demasiadas férias e atingimos a idade da reforma muito cedo. pois bem, tenho uma proposta para si. nós reduzimos os dias de férias para 20 anuais mas, logo de seguida, fazemos uma série de acordos colectivos e subimos o número para 30 ou mais, tal como acontece na Alemanha. aumentamos a idade da reforma gradualmente para os 67 até 2029. e, primeiro que tudo isto, equiparamos o valor dos salários aos da Alemanha.
não há melhor forma de todos contribuirmos para a força do Euro, não concorda? assim, os esforços são muito mais equilibrados e nós, os do Sul, poderemos continuar a comprar os vossos carros, entre outros. que me diz?
escrevo porque quero, escrevo porque me apetece, escrevo porque sim... e não tem de ser ao domingo de manhã!
19 maio 2011
17 maio 2011
saudades do estádio de Lansdowne Road
Marco Vaza, jornalista do Público, está em Dublin para acompanhar a final da Liga Europa, entre o SC Braga e o FC Porto. lamento o Benfica não ter passado à final. seria um excelente pretexto para voltar ao local do crime.
voltar porque, ao ler esta reportagem no Público, recordei bons tempos em 2002. já lá vão nove anos!!! na altura, ainda estudante, vivi na Irlanda, em Limerick. é uma daquelas coisas fantásticas que só podemos ter porque estamos na União Europeia e porque há programas, como o Erasmus, que fomentam estas experiências.
mas adiante. como tudo o que eu estudasse não servia para nada na escola portuguesa, que na época ainda não tinha aderido ao sistema de créditos, optei por "saltar" algumas disciplinas e fazer outras coisas... como trabalhar num pub. sim, um daqueles bem tradicionais, que abre de de manhã cedo, em que as famílias vêem os jogos de futebol e de rugby ao meio-dia, e que só fecha as bocas da Guinness quando chega a hora de fechar as portas (23h30 de domingo a quarta, 00h30 de quinta a sábado). foi aí que conheci o dono do bar (que tinha o seu nome), Peter Clohessy, antigo capitão da selecção irlandesa de rugby.
foi ele que me arranjou dois mágicos bilhetes, por 15 euros cada, para ir ver um jogo do Torneio das Seis Nações no mítico Landsdowne Road. que dia magnífico! o ambiente em torno de um jogo desses é diferente de tudo. podemos, antes de mais, passar pelo hotel a 100 metros do estádio e beber um pint de Guinness, lado-a-lado com os jogadores que confraternizam com os fãs. não há stress, nem problemas. não há vedetismos. estes, quando está na hora de seguirem para o campo fazem-no a pé e não de autocarro ladeados de polícias.
é festa, o que se vive naquele bairro pacato de Dublin, como Marco Vaza tão bem retrata no seu artigo. pena o velhinho Landsdowne Road já não existir. Tinha mais de 100 anos. Foi erguido em 1872. Mas deu lugar o novo e moderno estádio onde se realiza a final da Liga Europa. custou 410 milhões de euros. deve ser confortável e, pelas fotos, é uma obra arquitectónica impressionante. mas o velhinho Landsdowne Road, com bancadas de pedra, simples e cru... era qualquer coisa.
curiosamente, a selecção de futebol também jogava aí mas, ao contrário do que acontece, por exemplo, em Portugal. o Landsdowne Road era o Estádio Nacional lá do burgo, mas para o rugby. há um outro... para o hurling. quem viveu na ilha sabe que os irlandeses adoram futebol. mas não tenho dúvidas que gostam ainda mais de muitos outros desportos. e no Landsdowne Road arrepiei-me quando os ouvi cantar o hino... duas vezes... uma vez em inglês e outra em celta. fenomenal!
amanhã, quando ligar a televisão e vir a final da Liga Europa vou ter saudades das bancadas frias de pedra que deram lugar ao novo complexo.
voltar porque, ao ler esta reportagem no Público, recordei bons tempos em 2002. já lá vão nove anos!!! na altura, ainda estudante, vivi na Irlanda, em Limerick. é uma daquelas coisas fantásticas que só podemos ter porque estamos na União Europeia e porque há programas, como o Erasmus, que fomentam estas experiências.
mas adiante. como tudo o que eu estudasse não servia para nada na escola portuguesa, que na época ainda não tinha aderido ao sistema de créditos, optei por "saltar" algumas disciplinas e fazer outras coisas... como trabalhar num pub. sim, um daqueles bem tradicionais, que abre de de manhã cedo, em que as famílias vêem os jogos de futebol e de rugby ao meio-dia, e que só fecha as bocas da Guinness quando chega a hora de fechar as portas (23h30 de domingo a quarta, 00h30 de quinta a sábado). foi aí que conheci o dono do bar (que tinha o seu nome), Peter Clohessy, antigo capitão da selecção irlandesa de rugby.
foi ele que me arranjou dois mágicos bilhetes, por 15 euros cada, para ir ver um jogo do Torneio das Seis Nações no mítico Landsdowne Road. que dia magnífico! o ambiente em torno de um jogo desses é diferente de tudo. podemos, antes de mais, passar pelo hotel a 100 metros do estádio e beber um pint de Guinness, lado-a-lado com os jogadores que confraternizam com os fãs. não há stress, nem problemas. não há vedetismos. estes, quando está na hora de seguirem para o campo fazem-no a pé e não de autocarro ladeados de polícias.
é festa, o que se vive naquele bairro pacato de Dublin, como Marco Vaza tão bem retrata no seu artigo. pena o velhinho Landsdowne Road já não existir. Tinha mais de 100 anos. Foi erguido em 1872. Mas deu lugar o novo e moderno estádio onde se realiza a final da Liga Europa. custou 410 milhões de euros. deve ser confortável e, pelas fotos, é uma obra arquitectónica impressionante. mas o velhinho Landsdowne Road, com bancadas de pedra, simples e cru... era qualquer coisa.
curiosamente, a selecção de futebol também jogava aí mas, ao contrário do que acontece, por exemplo, em Portugal. o Landsdowne Road era o Estádio Nacional lá do burgo, mas para o rugby. há um outro... para o hurling. quem viveu na ilha sabe que os irlandeses adoram futebol. mas não tenho dúvidas que gostam ainda mais de muitos outros desportos. e no Landsdowne Road arrepiei-me quando os ouvi cantar o hino... duas vezes... uma vez em inglês e outra em celta. fenomenal!
amanhã, quando ligar a televisão e vir a final da Liga Europa vou ter saudades das bancadas frias de pedra que deram lugar ao novo complexo.
13 maio 2011
particularidades muito regionais
adorei ouvir:
"estava eu no computador e dava aquele programa, o Peso Pesado, na televisão. ver aqueles animais a correr... há lá uma que pesa 170kg, que grande novilho..."
tudo isto com um sotaque alentejano carregado.
dei por mim a sorrir...
"estava eu no computador e dava aquele programa, o Peso Pesado, na televisão. ver aqueles animais a correr... há lá uma que pesa 170kg, que grande novilho..."
tudo isto com um sotaque alentejano carregado.
dei por mim a sorrir...
12 maio 2011
11 maio 2011
publicidade enganosa
pois é, caiu a máscara à Zon que se revelou uma empresa sem escrúpulos. não bastava os enganos, o mau serviço. agora ainda se aproveita da ignorância das pessoas para vender o seu péssimo serviço.
a empresa não perdeu a oportunidade e com o fim do sinal analógico em Alenquer colocou esta publicidade.
pois é. perante este anúncio parece que só se as pessoas recorrerem à Zon é que continuam a ter televisão em casa. mentira! é preciso comprar um caixa que descodifica o sinal digital, mas fica paga em quatro meses, a avaliar pelo valor da mensalidade.
podiam ser mais sérios e pedagógicos. talvez tivessem mais gente interessada nos seus serviços. assim, quem quiser, que ligue para a Cabovisão ou para o Meo.
a empresa não perdeu a oportunidade e com o fim do sinal analógico em Alenquer colocou esta publicidade.
pois é. perante este anúncio parece que só se as pessoas recorrerem à Zon é que continuam a ter televisão em casa. mentira! é preciso comprar um caixa que descodifica o sinal digital, mas fica paga em quatro meses, a avaliar pelo valor da mensalidade.
podiam ser mais sérios e pedagógicos. talvez tivessem mais gente interessada nos seus serviços. assim, quem quiser, que ligue para a Cabovisão ou para o Meo.
afinal...
parece que a Finlândia vai mesmo emprestar dinheiro a Portugal. mas, a avaliar pela palavras de um membro do partido "Verdadeiros finlandeses", que é contra a participação no resgate, o partido não tem esta posição por falta de solidariedade com os portugueses. em declarações à RTP, o senhor disse que, tal como aconteceu na Grécia e na Irlanda, o dinheiro não é para ajudar as pessoas, mas sim para financiar os bancos que de França e Alemanha.
10 maio 2011
porque a democracia não pode ser de cartão...
... nem os jornalistas meros pés-de-microfone.
excelente artigo de José Vítor Malheiros a respeito das conferências de imprensa sem direito a perguntas.
pode ser lido aqui.
excelente artigo de José Vítor Malheiros a respeito das conferências de imprensa sem direito a perguntas.
pode ser lido aqui.
dá ou não dá que pensar
ontem viraram-se para mim e disseram-me:
"desde que voto sempre votei no PS. mas nas próximas eleições não posso voltar a votar no Sócrates."
e logo de seguida: "mas no Passos Coelho também não. nem pensar."
é neste estado em que estamos. as pessoas vivem desiludidas e já não acreditam em ninguém? porquê? porque apesar de saberem que há potencial no país, quando olham para a sua classe política só vêem corrupção, jogos de bastidores, favores a amigos e por aí adiante. o povo? o povo é sereno, pá!
"desde que voto sempre votei no PS. mas nas próximas eleições não posso voltar a votar no Sócrates."
e logo de seguida: "mas no Passos Coelho também não. nem pensar."
é neste estado em que estamos. as pessoas vivem desiludidas e já não acreditam em ninguém? porquê? porque apesar de saberem que há potencial no país, quando olham para a sua classe política só vêem corrupção, jogos de bastidores, favores a amigos e por aí adiante. o povo? o povo é sereno, pá!
30 abril 2011
desabafo
estou cansado de ouvir pessoas da minha terra dizerem-me: "mas o que é que queres vir para cá fazer?", "deixa-te lá estar que isto aqui não tem nada, não tem futuro", "vai-te embora".
perdoem-me se acredito que o futuro também passa pelo interior... desertificação? porque não hei-de combatê-la?
deixem-me sonhar...
perdoem-me se acredito que o futuro também passa pelo interior... desertificação? porque não hei-de combatê-la?
deixem-me sonhar...
19 abril 2011
festa! parabéns! já são 1000!!!
não quero saber se o espírito é negativo, se há crise, se o ambiente é mau. este post é de festa, de celebração! é a milésima vez que escrevo aqui na minha chafarica e, como tal, vou pular, saltar, gritar e lançar foguetes para comemorar. o que é preciso é fazer a festa!
parabéns a mim e ao meu espaço cibernético! venham de lá mais uns quantos cheios de reflexões, de pensamentos, de baboseiras ou de coisa nenhuma. seja lá o que for, é escrito com vontade, sinceridade e alma... muita alma!
e como as festas têm de ser animadas. nada melhor do que colocar o concerto do vivo dos Foo Fighters publicado recentemente na Foo Fighters TV. enjoy!!!
"a primeira vez". é assim que titulo o primeiro texto aqui publicado. foi em 2006, dia 5 de Fevereiro, às 21h27, para não ser, nem às 21h, nem às 21h30.
parabéns a mim e ao meu espaço cibernético! venham de lá mais uns quantos cheios de reflexões, de pensamentos, de baboseiras ou de coisa nenhuma. seja lá o que for, é escrito com vontade, sinceridade e alma... muita alma!
e como as festas têm de ser animadas. nada melhor do que colocar o concerto do vivo dos Foo Fighters publicado recentemente na Foo Fighters TV. enjoy!!!
"a primeira vez". é assim que titulo o primeiro texto aqui publicado. foi em 2006, dia 5 de Fevereiro, às 21h27, para não ser, nem às 21h, nem às 21h30.
eu sei de quem não é a culpa
estamos sem cheta (terminologia de Eça de Queiroz). precisamos de dinheiro urgentemente. o FMI, a troika estão aí para analisar as nossas contas e emprestarem dinheiro. parece que andámos vários anos a gastar o dinheiro que não tínhamos. andámos? salvo seja. porque eu pago as minhas contas a tempo e horas.
a muito custo? com ajuda da família? e depois? o que importa é que cumpro com todas as minhas obrigações. porque de bandalhos estão os governos e a alta finança cheios. esses puderam aumentar ordenados brutalmente em ano de eleições, dar carros aos amigos, aos primos e enteados, aos boys da sua e de outras cores. porque quando não houvesse dinheiro (parece que o dia chegou) o FMI entraria de passadeira vermelha para emprestar e alguém havia de se chegar à frente para pagar. o povo está cá para isso, ou não?
o resto são tretas. há pessoas que trabalham, que produzem e andam a passar fome? esses que se fodam.
a muito custo? com ajuda da família? e depois? o que importa é que cumpro com todas as minhas obrigações. porque de bandalhos estão os governos e a alta finança cheios. esses puderam aumentar ordenados brutalmente em ano de eleições, dar carros aos amigos, aos primos e enteados, aos boys da sua e de outras cores. porque quando não houvesse dinheiro (parece que o dia chegou) o FMI entraria de passadeira vermelha para emprestar e alguém havia de se chegar à frente para pagar. o povo está cá para isso, ou não?
o resto são tretas. há pessoas que trabalham, que produzem e andam a passar fome? esses que se fodam.
14 abril 2011
susto do catano
grande susto apanhei durante a tarde. nem sei se hei-de falar numa berma de merda ou numa berma salvadora. uma ligeira distracção e... um bailado de fazer inveja a Pina Bausch.
não me magoei. felizmente! mas podia ter sido gravíssimo. abrandar sobre o asfalto foi crucial para o episódio não acabar em tragédia. quando entrei no rego que ladeia a estrada, com um vão considerável, graças a seja lá o que for, a frieza de espírito fez-me seguir em frente. evitou-se o capotanço e consequências muito graves!
o carro não ficou em perfeitas condições, mas depois de alguns segundos em que vi a minha vida a andar para trás, dei à chave e este trabalhava. agradeço a disponibilidade de um camionista, mas não havia nada a fazer. apenas tive de sair do buraco. e consegui!
verifiquei o carro. estava com receio. muitos sinais do acidente nas rodas. pedras, areia e ervas entre as jantes e os pneus. tirei as maiores. segui viagem.
a medo, fiz um, dois, três quilómetros. andei, andei e andei. só descansei quando passei num mecânico e tratei das rodas do "animal" que não me davam confiança nenhuma. sentia que algo podia partir a qualquer momento. mas parece que foi mais show-off do que outra coisa qualquer.
agora tenho todo um processo de readaptação pela frente e quero verificar se o carro está mesmo sem problemas. enfim, parece que foi só um susto. espero!
não me magoei. felizmente! mas podia ter sido gravíssimo. abrandar sobre o asfalto foi crucial para o episódio não acabar em tragédia. quando entrei no rego que ladeia a estrada, com um vão considerável, graças a seja lá o que for, a frieza de espírito fez-me seguir em frente. evitou-se o capotanço e consequências muito graves!
o carro não ficou em perfeitas condições, mas depois de alguns segundos em que vi a minha vida a andar para trás, dei à chave e este trabalhava. agradeço a disponibilidade de um camionista, mas não havia nada a fazer. apenas tive de sair do buraco. e consegui!
verifiquei o carro. estava com receio. muitos sinais do acidente nas rodas. pedras, areia e ervas entre as jantes e os pneus. tirei as maiores. segui viagem.
a medo, fiz um, dois, três quilómetros. andei, andei e andei. só descansei quando passei num mecânico e tratei das rodas do "animal" que não me davam confiança nenhuma. sentia que algo podia partir a qualquer momento. mas parece que foi mais show-off do que outra coisa qualquer.
agora tenho todo um processo de readaptação pela frente e quero verificar se o carro está mesmo sem problemas. enfim, parece que foi só um susto. espero!
13 abril 2011
em repeat
e repete, e repete, e repete... consome, consome, consome. este som não pára de girar na minha telefonia digital. cada vez mais me deixo levar pelo som desta banda com nome de rapariga italiana. nem imaginam eles o bem que fazem. "dá-me a tua melhor faca, para cortarmos isto em dois..."
09 abril 2011
rock radioactivo
cada vez mais gosto do som dos Linda Martini. o rock radioactivo, raivoso e esquizofrénico deste quarteto é de um poder que se entranha, que faz estremecer, que catapulta para um estado cru, nervoso e ardente.
os acordes e as notas caóticos polvilhados por letras fortes e sujas penetram nas nervuras e misturam-se com o sangue numa osmose de brutalidade e estridência.
este som final, que quase perspectiva o apocalipse mental transforma-se, contudo, num fluído libertador e reflexivo que apazigua a alma depois de uns quantos gritos (ou mesmo berros)...
a estrutura musical, que parece não existir, leva-nos para um mundo duplo de escuridão, primeira, mas também de clareza e de convicção. os Linda Martini conseguem transmitir tudo isso em palco, na aparelhagem, ou nos leitores portáteis. ao vivo, ontem foi o dia!
os acordes e as notas caóticos polvilhados por letras fortes e sujas penetram nas nervuras e misturam-se com o sangue numa osmose de brutalidade e estridência.
este som final, que quase perspectiva o apocalipse mental transforma-se, contudo, num fluído libertador e reflexivo que apazigua a alma depois de uns quantos gritos (ou mesmo berros)...
a estrutura musical, que parece não existir, leva-nos para um mundo duplo de escuridão, primeira, mas também de clareza e de convicção. os Linda Martini conseguem transmitir tudo isso em palco, na aparelhagem, ou nos leitores portáteis. ao vivo, ontem foi o dia!
07 abril 2011
thank you Jared
o músico e actor lembrou-se que vez fez um vídeo em que se transformou em Kurt Cobain. no dia em que se comemoram os 17 anos da morte do líder dos Nirvana, e ícone musical para muitos de nós, Jared Leto decidiu fazer a sua homenagem e partilhar o filme com todos nós.
06 abril 2011
pede aí dinheiro para eu te emprestar
ora, deixem lá ver se eu percebo. segundo o presidente da associação dos bancos, estes não precisam de dinheiro. só precisam de financiamento para poder emprestar ao Estado. e como tal, dizem a este para pedir dinheiro lá fora para entregarem aos bancos que, por sua vez, emprestará ao Estado português.
ou seja, os bancos querem todos os benefícios inerentes a um intermediário e mais nada. serem eles a pedirem o dinheiro? não dá jeito. parece mal. em vez de pedirem dinheiro emprestado para emprestarem, obrigam o Governo a pedir emprestado para depois lhes dar o dinheiro que eles emprestarão.
(já estou farto de escrever tudo o que tenha a ver com empréstimo)
adivinhem lá quem é que ganha com isto tudo???
ou seja, os bancos querem todos os benefícios inerentes a um intermediário e mais nada. serem eles a pedirem o dinheiro? não dá jeito. parece mal. em vez de pedirem dinheiro emprestado para emprestarem, obrigam o Governo a pedir emprestado para depois lhes dar o dinheiro que eles emprestarão.
(já estou farto de escrever tudo o que tenha a ver com empréstimo)
adivinhem lá quem é que ganha com isto tudo???
Apple for kids
o espectro Apple é cada vez maior. não é que o iPad não fosse muito bem recebido pelos mais "piquenos" mas tenho de admitir que associar o mundo Apple à realidade Playmobil é muito curioso! resulta? veremos.
eu contentava-me com a minha auto-caravana ou com os cowboys, os índios, os cavalos, o gado, os carros de ralis, as motos de motocross, os barcos a remos. mas os tempos também eram outros...
eu contentava-me com a minha auto-caravana ou com os cowboys, os índios, os cavalos, o gado, os carros de ralis, as motos de motocross, os barcos a remos. mas os tempos também eram outros...
Sevilha
6 dias, 5 noites, ética, comunicação, congresso, jornalismo, internacional, folgas, férias, passeio, turismo, calor (muito calor, 39º), sol, chuva, Paixão, boa vida, catedral, realeza, comida (da muito boa), salmorejo, pringá, montaditos, bocadillos, fridurias, adobo, terraza, família, espanhol, castellano, portunhol, espanholês, festa, fiesta, animação, bravura, touros, corridas, xerez, leques, fusão, tradição, olé, capote, capa, motogp, expo92, faculdade, tapas, boquerones, cañas, legendario, Guadalquivir, Triana, Santa Cruz, laranjas, vinho de laranja, flamenco, sevilhanas...
p.s. - great time!
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